Receita nova no pedaço!

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E para essa semana começar saudável, ai vai uma receitinha prática e rápida: 


Creme Brulé Raw - minha nova paixão...

Inventei essa nova delicia e queria compartilhar aqui com vocês...
Com o agradecimento especial à Bioporã - marca parceira de manteigas veganas que tanto adoro!
Experimentem fazer em casa!








Viajando e comendo vivo pelo mundo...

Dessa vez estive em Berlim, na Alemanha. 


Fui pra uma feira e congresso de alimentação viva e crua para pesquisar ingredientes, equipamentos, novos produtos e também pra fazer contatos, claro! 


Lá vi muita novidade, o mercado alemão está bem desenvolvido. 













Além de muitos restaurantes de raw food na cidade, vários restaurantes de rua oferecem opções veganas, vegetarianas e cruas. 


Também é possivel encontrar produtos crus “junk” em prateleiras de supermercados veganos. Essa kombucha era pasteurizada… Alguns rótulos são engraçados… 




Fui carinhosamente guiada pela minha amiga Verena, que estava morando em Berlin e participando da feira como expositora no stand que promovia cursos "roh" de sua mestra.


Por ser um país de clima frio, se come muita gordura, sendo bem comum encontrar sobremesas carregadas de oleaginosas e frutas locais (vermelhas e roxas).












Chás, cafés e bebidas alcoólicas são frequentes nos restaurants raw… Penso que estes hábitos estao muito arraigados na cultura alemã.









Saúde e até a próxima !! 




Viagem pela gastronomia viva: LONDRES e SUIÇA


Em mais uma viagem de pesquisas culinárias, desta vez com destino a Londres e Suíça, foram muitas as descobertas!


Logo no aeroporto, já pude tomar uma kombucha no café em frente ao meu portão de embarque, um luxo.


Na estação de trem, a caminho de Zurique/Suiça, um cartaz alertava sobre o impacto do consumo de frango para o desmatamento e expulsão do homem do campo.


E no meio de uma rua movimentada, encontro uma fonte de água de coco... com coco fresco!!!


Pouco tempo na Suíça, e poucos lugares vivos por lá também, fica o registro de um lugar com filosofia vegana:


Rumo ao pais da realeza, o primeiro almoço foi no Tanya´s Café, dentro de um hotel boutique no bairro de Chelsea, em Londres.


De entrada, shots de cúrcuma com gengibre e laranja. Um menu diversificado, com influencias italiana, mexicana e americana. Diferente cardápio para almoço e jantar, sendo esse em forma de menu degustação, com vários pratos em sequencia.






Sobremesa servida em uma tábua rustica de madeira: torta marmorizada de caramelo, cacau e rosas e bombom de limão siciliano





Pra fazer a digestão, passeio por lojas de ingredientes e equipamentos de cozinha. O Jamie Oliver está em todas as esquinas de Londres: cafés, restaurantes, lojas de produtos, escolas de gastronomia e projetos sociais envolvendo chefs aprendizes e educação para crianças.


Após passeio pela London Eye, o Big Ben já marcava o horário de jantar – ufa!
Quem pensa que viagem culinária é só prazer, bem-vindos à correria para conhecer tudo em pouco tempo!!

 










Chegando no bairro de Notting Hill, a surpresa mais agradável da viagem: NAMA. Restaurante despretensioso, mas com rigor na seleção e tratamento dos ingredientes, além de preparo e apresentação impecáveis. Sempre fico dividida, sem saber se me apresento como chef ou não, mas nesse dia não resisti e pedi para conhecer o chef do lugar. Mais uma bola dentro: pessoa amável, super acessível e interessado na culinária do Brasil. Claro que não perdi a oportunidade para convidá-lo para conhecer nosso pais e trocar experiências culinárias por aqui.


O jantar foi nababesco: tábua de queijos de entrada, wraps e raviólis de principais. Quando não aguentávamos mais nada, vieram de presente da casa delicias de chocolate vivo com coco. Tivemos que levar pra casa!


 
E como musica é alimento da alma, uma paradinha para um show do James Taylor, com direito a momento tiete.


Mas acordar cedo é a regra para pegar os melhores produtos nos mercados locais! Lá estava eu, cedinho no Borough Market.


Muito alimento fresco e minimamente processado para novas pesquisas culinárias. Minha mala veio cheiaaaaaaaaaa.

 










Direito a parar numa loja só de grama de trigo e shots – Ui !!!!


Depois de lá, outro mercado: Covent Garden Market, com suas barraquinhas em uma estrutura suntuosa de ferro e vidro.












Hora do almoço chegando e eu rumo ao Wild Food Café, em Neals Yard.


Ambiente cheio, musica alta, garçons-modelos correndo e sorrindo para todos os lados... Clima de pub inglês, mas com comida viva! O cardápio seguia o lugar: junk food viva. Hambúrgueres, nachos, pizzas e snacks de todo tipo. Além de sorvetes, mousses, chocolates. E ainda ofereciam imersões de detox – Deus me livre de comer essa comida todo dia!!


 











Depois da orgia gastronômica, com seus altos e baixos, chegou a hora de ir embora no transporte mais charmoso do mundo. Bye Queen!


Special Thanks to my guide and sweet aunt Luciana Castello Branco.